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Emprego dos sonhos? Eles ganharam mais de R$ 250 mil para assistir a todos os jogos da Copa do Mundo

Os observadores-chefes da Copa do Mundo, Kevin Akoto e Austin Franklin, comemoram um gol durante a partida semifinal da Copa do Mundo FIFA entre Inglaterra e Argentina REUTERS/John Sibley Os fanáticos por Copa do Mundo Kevin Akoto e Austin Franklin realizaram neste ano o sonho de qualquer torcedor de futebol: assistir a todas as partidas do torneio do início ao fim — e ainda receber por isso. Os “chefes de observação” da emissora norte-americana Fox One vão acrescentar uma experiência inusitada aos seus currículos quando soar o apito final da partida de domingo entre Espanha e Argentina. Eles acompanharam os 104 jogos do torneio, um dos maiores eventos esportivos do mundo, realizado a cada quatro anos. “Meu pai ganha a vida limpando vazamentos de petróleo”, disse Franklin, influenciador digital que mora em Los Angeles. “Eu fico aqui com meu amigo Kevin, assisto a todos esses jogos e ainda tenho a oportunidade de interagir com os torcedores.” Jogador de Cabo Verde foi convocado por LinkedIn, e hoje disputa Copa do Mundo A dupla passa os dias de partidas sentada dentro de um cubo de vidro na Times Square. A atração funciona quase como um aquário humano: quem passa pelo local costuma parar para observá-los e, em alguns casos, até arrasta cadeiras para acompanhar os jogos exibidos nas TVs instaladas no espaço. Cada um dos dois recebe US$ 50 mil (o equivalente a cerca de R$ 254 mil) trabalho durante o torneio. Ao longo da Copa, Akoto e Franklin também produziram conteúdo para as redes sociais, comentando as partidas e interagindo com os seguidores. “Se aprendemos alguma coisa com esta Copa do Mundo, é que as pessoas estão consumindo esportes cada vez mais pelas redes sociais”, afirmou Akoto, que deixou o emprego de cozinheiro na Flórida para assumir a função. “O que mais chama atenção nos bastidores é a forma como as pessoas estão consumindo conteúdo esportivo.” Akoto e Franklin afirmam que aceitariam o trabalho novamente — mesmo que a Copa do Mundo passe de 48 para 64 seleções, uma possibilidade que a Fifa pretende discutir após o torneio. “Acho que ainda não estamos cansados de assistir futebol”, disse Franklin. “Quantos jogos quiserem nos dar, nós assistiremos.” Kevin Akoto e Austin Franklin REUTERS/John Sibley

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